quinta-feira, 26 de junho de 2014

50 - “E com essas muletas só na cama ou no sofá é que estás confortável…”

Ana percebia que Miranda estava com algum receio de contar a Ane e Jon que iriam ter um irmão ou irmã. Mas também sabia que teriam de ser eles, Miranda e Xabi, a falarem e contarem tudo aos meninos.
- Miranda…
- Ana, eu sei que é pedir demasiado de vocês…mas nem que seja uma conversa mais na brincadeira.
- Eu posso fazer isso…posso muito bem falar com a Ane e o Jon: saber se eles gostavam de um irmão, se querem. Mas são vocês que têm de contar.
- Sim, sim – Miranda aproximou-se de Ana, dando-lhe um beijo na bochecha – nem sei como te agradecer. Juro que não.
- Ai Miranda…nunca terás de me agradecer nada.
- Obrigada – as duas riram-se e acabaram por voltar à sala, onde estavam todos os convidados.
Ana apressou-se a procurar Mario…precisaria dele para a tal conversa com os meninos. Encontrou-o junto de Iker e Sara e, então, aproximou-se deles com passos mais largos. Colocou a sua mão no fundo das costas de Mario, que olhou para ela. Ana mantinha Esperanza ao seu colo e Sara aproximou-se para começar a mexer nas mãos da menina.
- Ela está tão crescida! Já tem quanto tempo?
- Faz cinco meses depois de amanhã.
- Que linda menina que é ela! – Ana percebia que Sara estava mesmo deliciada com Esperanza.
- Hum…eu tenho de raptar o Mario para irmos ter uma conversa com a Ane e o Jon…queres ficar com ela? – Sara sorriu e não precisou de responder à pergunta de Ana para ela entregar Esperanza para os seus braços – Nós não demoramos…
- Fiquem descansados que eu tomo conta dela – Sara voltou para perto de Iker e Ana deu o braço a Mario, levando-o até uma parte da sala com menos gente.
- Tu arranjaste aquela desculpa para estares comigo?
- Isso era o que tu querias Mario. E com essas muletas só na cama ou no sofá é que estás confortável… - Ana percebeu que Mario tinha entendido o que ela lhe estava a dizer e apenas lhe deu um pequeno beijo nos lábios – Mas descansa…era mesmo verdade. Temos de ir falar com os meninos, na qualidade de tios de bebé Alonso García.
- Hã?
- O Xabi e a Miró estão assim com certas dificuldades em contar aos meninos que vão ter um irmão. E pediram-me para ir averiguar se eles gostavam ou não de ter um bebé em casa. Mas…eu preciso de ti do meu lado porque sei que me vou atrapalhar toda.
- Mas não podemos ser nós a contar, Ana…
- Sim eu disse isso à Miranda. Ela disse só para nós irmos falar com eles como se estivéssemos a brincar.
- E agora chegas ali ao pé deles e falas isso assim? Não pode ser. Eles estão com a Daniela…
- Ai, a sério?
- Sim…porque?
- Porque a Daniela ainda não aceitou bem que eu e o Sergio nos tivéssemos separado. E fala um bocadinho torto para nós quando estamos perto um do outro.
- A sério?
- Sim…
- Então…vai ser difícil.
- Mas temos de tentar…pode ser?
- Claro – Ana voltou a beijá-lo e foram até junto dos três meninos que estavam a montar um lego no chão.
Mario sentou-se no sofá que estava mais próximo deles e Ana sentou-se no chão, encostada às pernas de Mario não fazendo força. Puxou Ane, que estava mais perto dela, para o seu colo enchendo-a de beijos. A menina ria-se que nem uma perdida, sentando-se virada para Ana e dando-lhe beijinhos também.
- A tia Ana assim fica toda mimada – disse Mario, mexendo no cabelo de Ana.
- Tàs com ciúmes, Mario? – Perguntou Ane olhando para Mario – Também queres bejitos?
- E tu dás-me beijinhos?
- Não! – ela riu-se feita doida, encostando a sua cabeça no peito de Ana – Só dou bejitos à tia Ana! – a menina permaneceu no colo de Ana, deixando o irmão a brincar com Daniela.
- Mas também tens de dar beijinhos ao teu mano – disse Ana, mexendo-lhe no cabelo.
- Que nojo! Só vou dar bejitos ao bebé da Miranda e do papá. O Jon já é grande.
- Ane, eu dou-te beijinhos, também me podes dar a mim! – atirou Jon – Quando o pai tiver outro bebé vais deixar-me!
- Não vou não, mano – a menina foi ter com Jon, dando-lhe um beijinho – é o único! – Ana e Mario não precisaram de puxar pelo assunto de um novo bebé na família. Eles mesmo tinham falado disso.
Ana e Daniela ainda não se tinham falado…Ana sabia que tinha de ser a primeira a falar porque Daniela não o fazia.
- Olá Dani…
- Olá.
- Estás boa?
- Estou.
- Como é que está a escola?
- Normal – Ana começava a ficar cada vez mais triste com aquela frieza de Daniela…sabia que tinha de ter uma conversa com ela. Levantou-se, ajeitando as calças. Olhou para Daniela, aproximou-se dela e esticou a sua mão na direcção da menina.
- Podes vir comigo, Dani?
- Onde?
- Precisamos de falar um bocadinho…
- Não me apetece…
- Daniela Ramos… - a voz firme e segura de Sergio surgiu e Ana olhou para ele. Estava à sua frente a olhar para a sobrinha vas hablar con ella…ahora.
Daniela nada disse. Apenas se levantou e deu a mão a Ana. Sergio olhou para Ana, sorrindo-lhe. Aquilo tranquilizou-a…não o sorriso, o facto de ele querer que Daniela falasse consigo.
Caminharam as duas até ao jardim. Apesar de estarem em Novembro, não estava muito frio e, também, estavam perto da pequena fogueira que Xabi tinha instalado perto do churrasco.
- Dani…continuas muito chateada connosco?
- Não.
- Então porque é que falas assim para mim? Deixaste de ser a Daniela que sempre foi querida comigo…
- Não sei…Ana, eu já falei com o meu tio…e eu tenho de te pedir desculpa. Tu não tens culpa que as coisas tenham acabado. E vocês continuam amigos…desculpas-me?
- Vais voltar a ser a minha sobrinha, a minha coisa boa que me enchia de beijos quando estava comigo?
- Sim…mas desculpas-me?
- Não há nada a desculpar, Dani…é normal. Tu querias que eu e o teu tio continuássemos juntos…mas não pode ser.
- Eu já entendo isso – Daniela encostou a sua cabeça no ombro de Ana, agarrando na mão esquerda dela – gosto tanto das tuas unhas, Ana!
- Obrigada pequena.
- Continuas com o anel do tio… - na mão esquerda…continuava lá o valioso anel de ouro que Sergio lhe havia dado. 


- Continuo…
- Porquê? – Daniela queria saber porque é que Ana continuava a usar o anel que Sergio lhe havia dado quando a pediu em namoro. Não o usava todo o dia. Apenas quanto estava a trabalhar ou quando sai. Não quer estragá-lo nem sequer perdê-lo.
Ana não sabia bem o que lhe responder…nem estava à espera que Daniela reparasse no anel…”O que é que lhe vou responder agora?” – Ana estava mesmo sem saber o que dizer.
- Dani…a Ana fará sempre parte da nossa família – de imediato Ana e Daniela olharam para trás, vendo Sergio perto delas. Ele aproximou-se do banco onde Ana e Daniela estavam e sentou-se ao lado da sobrinha – ela é especial para todos nós…e se continua a usar o nosso anel é porque sabe que é especial e muito bem-vinda nesta família – Daniela olhou para Ana, como que esperando uma reacção da parte dela. Também Sergio a olhou…Ana estava nervosa, apesar de saber o que tinha de dizer.
- Vocês…vocês todos foram quem me deu uma família por aqui. Primeiro o Sergio, depois veio a Paqui, o José Maria, o René, a Mirian, tu. Todos vocês são muito especiais para mim, são parte de mim e sempre vos irei considerar minha família por tudo o que me dão.
- Nós gostamos muito de ti Ana…e eu sei que ainda voltarás para junto do tio. Vocês foram feitos para estar um com o outro – Ana e Sergio olharam-se…em certo ponto eles sabiam que aquilo que Daniela estava a dizer era verdade…eles gostam um do outro, amam-se imenso e, no futuro…no futuro saberão o que os espera – vou brincar! – Daniela saiu dali correndo, deixando os dois sozinhos.
Os dois mantiveram-se no mesmo sítio, olhando para a chama que a fogueira lançava.
- Como é que estás? – Perguntou Sergio, quebrando o silêncio que imperava entre os dois.
- Está tudo bem…e tu? – Ana olhou para ele…olhar para ele era mais fácil a falar.
- Também… - Sergio olhou, também, para ela e os dois sorriram – É muito bom saber que ainda o usas…mesmo com a alianças do Mario.
- Eu expliquei-lhe tudo…ele sabe o porquê do anel, quando surgiu e que pergunta trouxe com ele. Fez-lhe confusão…mas ele aceita o meu passado e sabe que vocês são parte de mim. Cada um à sua maneira, cada um especial.
- Estás diferente, Ana.
- Acho que cresci Sergio…mas tu também não estás igual. Continuas a levar muitos amarelos! – Ana “reclamava” sempre com Sergio cada vez que ele levava amarelos e, ultimamente, parece que é: cada jogo cada amarelo.
- É sinal que estou em campo…e que estou a dar tudo, Ana.
- Sim, mas tens de te controlar.
- Eu vou tentar, mas já é da minha natureza…
- Desculpem interromper… - uma voz muito angelical fez-se ouvir bem perto deles. Era Mia. Ana olhou para ela e Sergio levantou-se, indo ter com a namorada – O Xabi está a chamar-te…precisa que o ajudes com alguma coisa.

- Gracias, cariño Sergio deu um pequeno beijo a Mia, entrando em casa. Mia ficou sem saber o que fazer: ir para casa sem dizer nada “Isso é muito mau, Mia…nem falas à rapariga?” ou falar a Ana “E dizes-lhe o que? Como é que falas com a ex-namorada do teu namorado?” Sentia-se uma verdadeira menina pequena envergonhada, até mexia na bainha do seu curto e bonito vestido: 


Ana levantou-se, indo ter com Mia.
- Ainda não fomos apresentadas uma à outra…mas pouco importa. Eu sou a Ana, irmã de coração da Miranda e namorada do Mario – Ana esticou a sua mão na direcção de Mia, com um enorme sorriso nos lábios. Ela estava realmente feliz.
- Eu…sou a Mia. E bem…só há uma maneira de me apresentar, mas tu sabes quem eu sou…acho que não vale a pena dizer – Mia apertou a mão de Ana, mas estava visivelmente atrapalhada.
- Podemos combinar uma coisa, Mia?
- O…que?
- Eu, para ti, sou apenas a Ana Moreira. A jornalista, a irmã da Miranda, amiga do Xabi, namorada do Mario e amiga de todos os Ramos. E tu, para mim, és a Mia: a namorada do Sergio, uma pessoa bonita, estilista de sapatos e amiga de todos os Ramos. Pode ser?
- Pode…claro que pode – Mia, apenas com as palavras de Ana, passou a sentir-se mais solta, mais ela, sem pressão – estava um bocado sem saber o que dizer, ou fazer porque tu eras…
- É isso mesmo, eu era. Não sou. Tu és.
- Realmente…és a pessoa maravilhosa que todos eles dizem que és.
- Eles também são exagerados…
- Acredita que não são.
- Vou considerar, então, os elogios – as duas riram-se e o gelo entre ambas estava quebrado – e tenho de retribuir: adoro…não eu amo! Amo mesmo os teus sapatos!
- Muito obrigada. O Sergio confidenciou-me que adoras saltos…e bem…eu ainda não disse a ninguém, mas estou a fazer uns especiais para ti. A ideia era ser o Sergio a oferecer-te porque eu não o conseguiria fazer mas…terei todo o gosto em faze-lo agora.
- Mia…nem sei que dizer neste momento.
- Não preciso que me digas nada…faço-o de coração. Inspiras-me e desenhei os teus sapatos porque sonhei contigo.
- Ai…olha não sei mesmo que te dizer. Muchas gracias…de corazón! Ana, de impulso, abraçou Mia. Percebia que ela era uma pessoa maravilhosa…e com um coração enorme.
- Não me agradeças. Eu é que te agradeço por…estares a ser tão simpática comigo.
- Não me fizeste nada para não o ser…és boa pessoa, Mia.
- Obrigada – as duas olharam-se e riram-se.
- Vamos para dentro? Está a ficar frio!
- Sim, sim. Vamos – as duas, de braço dado, entraram em casa de Xabi causando alguns olhares. Todos os presentes sabiam do passado de Ana e Sergio e sabem do presente de Mia e Sergio. Ver Ana e Mia, assim, juntas causou um grande impacto na maioria das pessoas. Em Sergio principalmente. Tinha Esperanza nos seus braços e, assim que os seus olhos se cruzaram com os de Mia, um enorme sorriso formou-se nos seus lábios. Olhou, também, para Ana e fez-lhe sinal com a cabeça como que lhe dizendo “obrigado”.
- Acho que acabámos de causar sensação, Mia…
- Eu também… - as duas riram-se e Ana soltou o seu braço do de Mia.
- Vou ter com o Mario, sim?
- Claro, claro. Obrigada mais uma vez, Ana.
- A serio…não me agradeças – Ana sorriu-lhe procurando, de seguida, Mario. Não o encontrava em lado nenhum naquela sala…onde estaria ele?
Foi até junto de Miranda, que estava com Xabi e Marcelo.
- Viram o Mario?
- Perdeste o namorado, Anita? – Marcelo era quem se metia com Ana. Sempre se deram bem e Marcelo sabia que tinha sido a desculpa que Sergio tinha dado para pedir o número de Ana

- Desculpa…mas o Marcelo – olhei para ele e estava super animado com o Kaká – ele queria o teu número mas não tinha coragem de cá vir.
- O Marcelo…tens onde apontar?
- Sim… - ele entregou-me um papel – tinha esperança que tivesses caneta.
- Sim – estava a ser tudo super estranho, mas que perderia eu!? Apontei o meu número no pedaço de papel que ele tinha na mão – aqui tens…diz é ao Marcelo para não se esquecer que aqui é mais uma hora e para não me ligar de madrugada.
- Não te preocupes. Obrigado.

- Ana Moreira, bom dia.
- Sergio Ramos, bom dia – quem!?
- O Marcelo também não tem coragem para falar ao telemóvel?

- Perdi…perdi o namorado, Marcelito. Queres fazer-me companhia?
- Não me importava…
- Marcelo!
- Desculpa…é giro brincar contigo.
- Só porque ela te responde como queres – atirou Xabi.
- É por estas e por outras que és o meu cunhado preferido, Xabi – Ana deu-lhe um pequeno beijo na bochecha, fazendo-o rir – por acaso não saberás onde está o meu amorzinho?
- O teu amorzinho…acabou de chegar à sala – desta vez foi Miranda quem lhe respondeu. Mario chegava à sala, caminhando com as muletas a ajudarem-no. Ana olhou para ele e, naquele momento, toda a sala tinha parado e só o via apenas a ele.
Começou, também ela, a caminhar indo na direcção de Mario que, quando a viu, parou encostando-se ao sofá. Ana chegou perto dele, rodeando o seu pescoço com os braços e ficando bem perto dele. Roçou o seu nariz no dele, encostando a sua testa na dele. Os dois olhavam-se…como se mais nada importasse naquele momento.
- Amo-te tanto, Mario.
- E eu amo-te ainda mais, Ana – nada mais bastou. Nada mais foi preciso para que Ana sentisse o seu coração preenchido, o seu corpo relaxado e o seu espírito completamente apaixonado. Beijou-o. Não importava se estavam sozinhos, com duas pessoas ou com cinquenta.
- A tia Ana está aos beijinhos com o Mario! – Ane, na sua pura inocência, falou um pouco mais alto que o normal. Estava perto deles, a brincar com Jon e fez com que os olhos dos mais próximos caíssem sobre eles.
Foi mais que óbvio que todos começaram a mandar piadas, assobios e coisas do género. Ana e Mario…só os picavam ainda mais: continuavam a beijar-se. 

4 comentários:

  1. É...eu estou em sintonia com a Ana, sinto o meu coração preenchido. Este capitulo...tão natural, sem tragédias, sem coisas más, apenas com coisas boas...e tão boas.
    Ah e olá.
    Bem, isto causa uma sensação mesmo wow, passar o capitulo todo com um sorriso na cara é uma sensação bem bonita.
    Ana e Mario é algo uau, que nos enche a alma. Ana e Mario é ''tudo'' o que Ana e Sergio não eram ( não é bem isto que eu queria dizer mas espero que percebas).
    Como a Daniela diz: olha , Ana e Sergio estão destinados e eles sabem-no. Há assim uma frase interessante que diz que temos que nos afastar das pessoas para percebemos a falta que elas nos fazem e é o que Ana e Sergio estão a fazer.
    Espero o próximo :)
    Beijão *Rita

    PS - É o 50! OH *O*

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  2. Olá!
    Hum isto nao é agradavel de se escrever, mas também quero de alguma forma justificar a minha ausência. Eu nao desisti, apenas estou a fazer uma pausa nesta fic!
    Primeiro de tudo, quero deixar claro que isto que vou escrever nao tem nada a ver com os problemas que tivemos no passado, é a minha opiniao como leitora e nesse aspeto tento sempre separar as coisas!
    Também nao é por causa do momento da fic em que o Sergio e a Ana estao separados, porque já o estiveram antes.
    A questão é que no ultimo cap que eu li, ha uns dois ou tres caps atras, fiquei desiludida. O reencontro da Ana e do Sergio desiludiu-me. Nao houve um nervosinho, um arrepio, um bater descompassado do coração, nadinha! Foi como se nao se amassem, nem nunca o tivessem feito! Eu pus-me no lugar deles e pensei que mesmo que estivesse com outra pessoa, rever alguem que amei tanto, com que vivi tanto, nunca seria assim.
    E então a conversa da Ana, do Sergio e do Mario deixou-me mesmo dececionada. Como é que o Sergio podia estar ali a mandar piadas sobre sexo e filhos? Meu Deus, se fosse comigo eu queria era sair dali o mais rápido possivel. Porque mesmo que eu estivesse com outro homem e o meu ex estivesse com outra mulher, se eu o tivesse amado da forma como parece que a Ana e o Sergio se amaram, iria doer-me ver aquilo mesmo que soubesse que ele seria feliz. Porque por muito que possamos abdicar da nossa felicidade pela dos outros, que fiquemos felizes pela felicidade deles, isso nao quer dizer que nao doa.
    Foi isso que me "incomodou". Sinto que agora se a Ana e o Sergio se juntarem nao será bom, porque sinto que eles nao se amaram tanto como eu pensei. Sinto que provavelmente a Ana e o Mario ficariam melhor juntos. O que quero dizer é que a Ana e o Sergio perderam a magia, porque mesmo que se separassem, se fosse amor, ia haver coisas que iam ficar. A Ana iria ver o Sergio e o corpo dela iria reagir, o Sergio nao se sentiria bem entre a Ana e o Mario...
    A sério, nao digo isto por mal, nem para te deitar a baixo. Nao e uma critica destrutiva. Nem é mesmo uma critica. É simplesmente uma justificação para o meu desaparecimento! Vou deixar a historia andar e daqui a uns dez caps ou assim pego na historia de novo. Pode ser que depois eu reencontre o sentido da historia. Prefiro assim do que ler um cap e ter de esperar pelo seguinte sempre à espera de reencontrar a essencia da historia. Talvez ler tudo de uma vez seja melhor.
    Mas como disse isto nao é uma critica, muito menos destrutiva, é apenas uma justificaçao. Tambem sou escritora e sei bem como os comentarios sao importantes e portanto queria justificar a ausencia dos meus!
    Espero...os dez próximos ;)

    Ana Santos

    P.S. Tenho o teu outro cap em atraso doutra fic, mas daqui a uma semana voo para Portugal e vai haver espera no aeroporto, duas horas de voo... É para ter algo para me entreter ;) Desculpa o atraso!

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  3. Olá :)
    Finalmente consegui ler este capitulo e valeu bem a pena :D
    Ainda bem que a Dani aceita bem o casal "Ana e Mário" :)
    Gostei de ver a Ana e a Mia a darem-se bem...acho que vão ficar amigas :D
    E sobre o trio "Ana, Mário e Sérgio"...gosto deles ;)
    Próximo please sff bjs

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